Resposta à proposta do Dr. Piraci de Oliveira



A Chapa Academia, em resposta à proposta feita pelo Dr. Piraci Oliveira, diretor jurídico do clube, confirma a sua participação no grupo que irá discutir e elaborar as nece ssárias mudanças no Estatuto da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Entendemos que tal proposta é uma “porta” que se abre e precisamos transpô-la, tentando fazer com que o máximo de nossos ideais sejam assumidos pela SEP. Ressaltamos que, por se tratar de uma iniciativa oficial do clube, o peso político dessa comissão será muito maior.

Somos conhecedores do alto índice de rejeição ao atual diretor jurídico em nossas fileiras, mas temos que pensar que hoje ele representa a instituição e se posiciona como uma liderança nesta etapa de elaboração das reformas estatutárias solicitadas por todos os palmeirenses.

Então, ainda que a oferta pudesse ser oportunista, como teme a maioria, se alguém lá dentro nos acena com uma possibilidade de se reformular o estatuto, e se nós pudermos contribuir com as nossas opiniões e com idéias para a modernização da gestão, é óbvio que não nos furtaremos a isso, uma vez que a nossa prioridade é, e sempre será o Palmeiras, sendo menos importante para nós, de onde ou de quem parte o primeiro passo, contanto que ele seja benéfico à SEP.

Lembramos que, membros da Academia já estiveram com o Dr. Piraci, e foi em uma dessas reuniões que chamamos a atenção do Diretor Jurídico para a importância de se debater devidamente as premissas para a reforma estatutária, antes que os advogados se debruçassem na redação dos artigos, parágrafos e incisos.

A Chapa Academia acredita, que pelo bem da Sociedade Esportiva Palmeiras, é hora de deixarmos de lado as posições políticas, para que seja possível melhorarmos, ainda mais, as propostas de reformas estatutárias feitas até aqui. Dessa maneira será possível que tenhamos, ainda neste ano, um texto completo para ser encaminhado ao Conselho Deliberativo da SEP.

A hora é agora, palestrinos! O Palmeiras precisa de seus filhos, e que eles se apresentem sem orgulho, sem vaidade, de mente e coração abertos , dispostos apenas a trabalhar pelo engrandecimento da SEP.


Chapa Academia

Comunicado sobre a reunião extraordinária do CD



Na próxima segunda feira, dia 7 de Maio, às 19h00 será realizada reunião extraordinária do Conselho Deliberativo da Sociedade Esportiva Palmeiras, cujo tema em pauta será o caso dos R$ 290 mil, parte de valor resultante de ação judicial ganha pela SEP que não ingressou no caixa do clube, fato já conhecido publicamente, amplamente divulgado pela imprensa e que tem como investigados os Srs. Antonio Carlos Corcione, Pedro Renzo e Francisco Busico.

Na última reunião do Conselho Deliberativo, em 26 de março de 2012, o caso dos R$ 290 mil ficou em segundo plano, uma vez que decidiram postergar (e apenas a Chapa Academia foi contrária à manobra) a deliberação quanto ao relatório da sindicância do desvio do dinheiro, priorizando como pauta a ser debatida a eleição de vitalícios.

Mais de trinta dias depois, os sindicados continuam a usufruir das instalações da SEP e, se forem punidos nos termos do que propôs a Comissão de Sindicância, estarão apenas impedidos de ocupar cargo de direção na SEP, até que a ação de prestação de contas, movida por um deles contra a sociedade, esteja transitada em julgado. Uma pena muito branda e nada exemplar, pois, caso sejam conclusivos os fatos e provas apresentados em sindicância, entendemos que a punição deve ser a exclusão dos envolvidos do quadro associativo, sem prejuízo de responsabilização cível e penal.

A Chapa Academia, dentro dos valores que regem as condutas de seus integrantes, não pode aceitar ver a Sociedade Esportiva Palmeiras mergulhada na ilegalidade dos atos dos seus administradores e na incompetência gerencial generalizada.

Se faz necessário mudar esse quadro e expurgar os malfeitores que lá habitam, se faz necessário colocar o Palmeiras e o que é benéfico a ele, em primeiro plano. E isso só será possível com trabalho sério, honestidade, transparência, coragem e boa vontade de todos.

Por isso, a Chapa Academia, através de seus conselheiros e integrantes, manifesta o desejo de que o Conselho Deliberativo da Sociedade Esportiva Palmeiras, desde que se tenha provas cabais, puna exemplarmente os responsáveis.

Esperamos, mais uma vez, que esse caso de tamanha gravidade não seja tratado como coisa corriqueira e deixado de lado.

Chapa Academia

Comunicado sobre o Acorda Palmeiras



A Academia tem como principais missões a democratização e a profissionalização da Sociedade Esportiva Palmeiras. Assim, em mais uma tentativa de união entre os grupos de oposição, na luta por esses objetivos comuns, mas sempre respeitando os princípios morais e éticos que a fundamentam desde a formação, a Chapa aceitou apoiar e participar, pontualmente, do movimento “Acorda Palmeiras!”.

Respeitadas também as diferenças, mutuamente, vínhamos então unindo esforços a fim da – ponto pacífico – viabilização de eleições diretas presidenciais na SEP.

Ontem, no entanto, fomos surpreendidos pelo lançamento da candidatura do líder da Chapa UVB, Sr. Wlademir Pescarmona, à presidência do Palmeiras, em 2013.

Tal anúncio irresponsável, feito em meio a uma das maiores batalhas travadas em nossa prestes centenária história, a luta para transferir o poder dos poucos conselheiros para os muitos associados e torcedores, coincidiu com a segunda ação pública do “Acorda Palmeiras!”, denominada “Festa da Gaveta!”.

Por entendermos que, tanto o movimento, quanto a data coincidente, foram usados como plataforma política para o lançamento de candidatura não deliberada, não acatada por maioria, não aclamada, tampouco consensual entre os demais grupos e chapas que compõem o “Acorda Palmeiras!”, a Chapa Academia suspende temporariamente a participação no movimento, até que seja realizada consulta à base para decisão final.

A Academia, leal aos seus valores e princípios estabelecidos em Termo de Compromisso, lamenta ainda o ocorrido, repudiando que qualquer interesse político individual venha a se sobrepor aos interesses da Instituição e da coletividade alviverde.

 
Chapa Academia

Esclarecimento contrato Pierre



A Chapa Academia, por meio de suas lideranças e integrantes, vem a público repudiar, veementemente, as declarações dadas pelo vice-presidente de Futebol, Roberto Frizzo, relativas ao vínculo entre o jogador Pierre e a Sociedade Esportiva Palmeiras.

A informação de que o Palmeiras detém apenas 15% do passe do atleta, e que a antiga direção mentiu quando afirmou ter adquirido 100% de Pierre, é mentirosa. O Palmeiras adquiriu o passe do atleta e, se hoje não possui a totalidade, supõe-se negociações realizadas após a saída da diretoria de futebol destituída pela ação revanchista do Sr. Salvador Hugo Palaia, em setembro de 2010, aproveitando-se da enfermidade do Presidente Belluzzo.

Lamentamos que a atual diretoria, por motivos políticos, minta para torcedores e jornalistas com o único objetivo de desviar a atenção da própria incompetência na condução do futebol da S.E.P.

Já a tentativa de justificar o suposto equívoco, com a divulgação de que teria havido uma falha na leitura interna dos documentos, é desculpa que rejeitamos, pois a má interpretação de documentos constitui atestado de incompetência extrema no exercício da função.

Pedimos, ainda, que um representante do clube venha a público, a fim de retratar-se em relação às mentiras divulgadas por Frizzo, objetivando a transparência devida à nação alviverde.

 

Lideranças e integrantes da Chapa Academia

O amadorismo e o caos – porque sofremos tanto



Vexatório, humilhante, lamentável. O sentimento contido dentro do coração de cada palmeirense diante dos últimos fatos envolvendo a Sociedade Esportiva Palmeiras passa, necessariamente, por essas três palavras. Um time sem comando, uma diretoria perdida. E o caos ocorrendo diante dos olhos de 20 milhões de apaixonados, incrédulos com todos os acontecimentos envolvendo um dos maiores e mais tradicionais clubes de futebol do mundo ao longo de 2011.

Kléber, funcionário do clube, ofende publicamente seu chefe direto, nosso técnico Luis Felipe Scolari. O presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, se expõe publicamente ao bater boca com um conselheiro em um veículo de comunicação, ao vivo. O time, cujo elenco, na média, não tem qualidade técnica para vestir uma camisa como a do nosso clube, corre o risco de ser rebaixado para a segunda divisão, além de ser chacota permanente. Rivais divertem-se, empresários de jogadores rebaixam o time publicamente.  Os diretores de marketing disputando poder publicamente (vide matéria feita pela revista Máquina do Esporte com Bruno Frizzo, um dos responsáveis pelo departamento – link abaixo).

http://www.maquinadoesporte.com.br/i/entrevistas/view/0/275/Bruno-Frizzo/index.php

O Palmeiras virou motivo de piada e não se vê nenhuma luz que possa trazer esperança ao torcedor palestrino.

De quem é a culpa?

Para responder essa pergunta, é preciso olhar além da relação técnico/time e ir à raiz da questão. Para chegar ao ponto que interessa, perguntamos: há algo em comum em todas essas situações? A resposta é clara: SIM, e esse algo se chama AMADORISMO.

O Palmeiras sofre por ser um clube de futebol que respira o futebol da década de 80, mesmo estando em 2011. Somos profissionais apenas no nome do time que hoje está na primeira divisão. Porque a Sociedade Esportiva Palmeiras é um clube arcaico, antiquado e completamente despreparado para o futebol hoje. Cada episódio levantado mostra cruamente como esse amadorismo fica latente nos diferentes aspectos que envolvem o clube e é cruel para a imagem e longevidade do nosso amado Palmeiras.

Tomemos por base as declarações públicas do atacante Kléber contra Felipão. Um funcionário se insubordina, vai à imprensa e degrada a imagem do clube. O que o Palmeiras faz? Prontamente, solta uma nota dizendo que NÃO pensa em processar o atleta ou aplicar-lhe algum tipo de punição. A falta de comando no futebol, que é o carro chefe do clube, é tamanha que ninguém mais respeita a diretoria de futebol.

Enquanto isso, o diretor de futebol, Roberto Frizzo, é incapaz de dizer quem entrou no Centro de treinamento, um lugar fechado e com acesso restrito, e colocou uma faixa pedindo a cabeça do nosso técnico. Em outro departamento, o marketing, enquanto Bruno Frizzo reclama publicamente da falta de organização e profissionalismo dos responsáveis, outro diretor, Rubens Reis, dá vexame público ao ser confrontado com diretores de marketing de outros clubes, em recente seminário promovido pela Escola de Negócios Trevisan.

E, diante desse cenário, como se comporta quem está acima de todos, o presidente do Palmeiras Arnaldo Tirone? Segundo declaração recente dele, está tudo bem. Enquanto o time que capenga desesperado se preparava para um jogo importante, contra o Vasco, nosso presidente usava seu tempo batendo boca, sem nenhuma postura, com um conselheiro em um programa de rádio. O próprio episódio citado é outro exemplo do amadorismo predominante no clube – nenhuma entidade que possui um departamento de relações públicas sério permitiria que o representante máximo de uma instituição participasse de um circo ao vivo. Mesmo reconhecendo o excelente trabalho desenvolvido pela Líbero nas questões ligadas ao futebol (e aqui, ressalte-se que a diretoria sofreu muita pressão para romper o contrato do Palmeiras com a empresa), entendemos que a área de Relações Públicas não deve se limitar apenas ao futebol e, sim, voltar-se para zelar e gerir toda a imagem da instituição.

E se a comunicação capenga, o futebol é quem mais sofre com essa visão antiquada de gestão. De diretores de futebol que boicotam o treinador a diretores de futebol que dão declarações públicas contra o elenco, o que se viu no último ano é uma falta total de critérios em relação às nomeações nesse setor. Desde o nefasto episódio do golpe armado por Salvador Hugo Palaia ao substituir o ex-presidente Luiz Gonzaga Belluzzo na presidência do clube, as pequenas mudanças positivas que haviam sido realizadas nesse departamento foram desfeitas. Exemplo: a demissão do coordenador das categorias de base, Marcos Biasotto, que teve como justificativa seu salário, considerado alto pela atual direção.  Temos certeza que dirigentes de clubes como Santos e Internacional, que montam times e ganham dinheiro com a revelação de talentos de sua base, agradecem ao presidente Tirone pela decisão tomada.

São tantas e inúmeras situações que demonstram o amadorismo latente no Palmeiras que, se fossemos relacionar todas, seria praticamente impossível. Mas, fica claro que o grande problema do nosso amado Palestra Italia é de gestão. De gestões amadoras que colocam seus próprios interesses acima dos interesses da coletividade palestrina. De dirigentes que se revezam, um após o outro e não mexem uma palha para profissionalizar o clube. Não temos um departamento de marketing profissional, não temos uma área de relações públicas, ninguém manda no nosso futebol e, o pouco que se fez no sentido de mudar essa realidade nos últimos anos, a atual gestão fez questão de desconstruir e voltar ao amadorismo. A atual gestão levou aproximadamente SEIS MESES para nomear sua diretoria. Ou seja, quase um quarto do mandato ficou abandonado às traças por total inoperância do nosso presidente. O mesmo que, até o momento, não apresentou nenhum planejamento, foi eleito sem ter um programa de gestão.

Aqui, vale ressaltar, obviamente, os co-responsáveis pela atual tragédia que assola o Palmeiras. Afinal, Tirone & Frizzo não brotaram no trono da Turiaçú ao acaso. Aqueles que os elegeram são responsáveis, TAMBÉM, pelo desastre que o clube passa. E quem elegeu Tirone? Os grupos de conselheiros ligados a três ex-presidentes: MUSTAFÁ CONTURSI, AFFONSO DELLA MONICA e SALVADOR HUGO PALAIA. Com nomes tão draconianos sustentando a eleição da atual gestão, não é surpreendente que estejamos passando por essa tragédia, originada do amadorismo que está enraizado no nosso clube, que nos deixou anos sem títulos e que nos levou à série B. Infelizmente, entre um Palmeiras campeão e regalias como títulos de “diretor”, ingressos, estacionamentos, entre outros, para um número limitado de pessoas, os grupos ligados aos ex-presidentes parecem crer que o melhor para o Palmeiras é a segunda opção. Portanto, esses, assim como a atual diretoria, DEVEM SER RESPONSABILIZADOS E COBRADOS POR TODA A NAÇÃO ALVIVERDE pelas dificuldades que estamos enfrentando.

Que fique claro que isso não é uma exclusividade da atual gestão. No Palmeiras não existe e nunca existiu continuidade, não existe um plano estratégico do clube, nem ao menos planos de ação nos departamentos. Jamais se estabeleceram diretrizes traçadas conjuntamente entre as diversas forças políticas, de forma que aquilo de bom que viesse a ser executado pela gestão anterior fosse mantido e aperfeiçoado pela gestão posterior. Uma transição entre as respectivas equipes no período pós-eleitoral, então, nos parece algo inimaginável. Ao contrário, o que ocorre é que a falta de perspectiva pela continuidade no poder faz com que a administração anterior procure deixar a terra a mais arrasada possível, criando toda a sorte de dificuldades para os seus sucessores. E, continuando assim, nós nunca deixaremos de “recomeçar” do ZERO a cada nova gestão, pois o sucessor sempre será vendido como o gênio salvador da pátria e o antecessor taxado de boçal incompetente, em uma briga de vaidades que não interessa ao Palmeiras.

Os verdadeiros palmeirenses sabem que esse não é o caminho. O caminho que o Palmeiras precisa trilhar não é o da mediocridade de lutar contra o rebaixamento, mas o de estar sempre lutando e ganhando títulos. Como sempre foi na nossa história e como precisa voltar a ser. E, para que isso aconteça, precisamos deixar o amadorismo de lado e profissionalizar o Palmeiras. Precisamos de eleições diretas, do voto dos sócios torcedores. Precisamos da separação entre o clube social e o futebol, cada qual com as suas finanças em ordem. Precisamos de dirigentes que saibam gerir uma instituição tão grande da maneira que ela merece. Precisamos de competência, agilidade, visão de futuro e profissionalismo em todos os setores.

Por isso, repudiamos a forma como a Sociedade Esportiva Palmeiras tem sido tratada no último ano por seus dirigentes. Pedimos uma ação rápida e necessária daqueles que estão no comando do clube, e SÃO RESPONSÁVEIS DIRETOS PELO ATUAL CAOS QUE PASSAMOS, no sentido de profissionalizar o clube. E, convocamos todos os torcedores que assim como nós, da Chapa Academia, acreditam em um Palmeiras democrático, profissional e vencedor, a se juntar conosco na luta por um Palmeiras, de fato, campeão.

Pelo fim do amadorismo. Pelo futuro do Palmeiras. Profissionalismo já!

Conselheiros, sócios e demais membros da Chapa Academia

Definição da Estrutura Organizacional da Chapa Academia



Em reunião realizada ontem (dia 17 de Novembro de 2011) a Chapa Academia definiu sua estrutura organizacional.

Os integrantes giram em torno basicamente dos conselheiros da chapa e de alguns colaboradores dos Verdes Escuros e da Democracia Verde, conselheiros ou não.

Vale reforçar que o objetivo é constituir uma coordenação por tempo determinado (até as eleições de 2013), com poder de decisão, que seja representativa dos grupos que atuam dentro da Academia, respeitando os seus respectivos pesos políticos, e cujos membros estejam envolvidos diretamente nas ações da chapa que se encontram em andamento.

Outro aspecto influenciador no dimensionamento do grupo foi o volume de trabalho que estamos prevendo para o futuro próximo, assim como algumas novas ações que temos em mente.

Por aclamação, a Chapa Academia constituiu o seguinte comitê diretivo:

  • Alessandro Donadio – Conselheiro (Verdes Escuros) – Representante da Chapa;
  • Genaro Marino – Conselheiro (Verdes Escuros);
  • José Carlos Tomaselli – Conselheiro (Verdes Escuros);
  • Sueli Palma – Conselheira – (Academia);
  • Wilson Gonçalves – Conselheiro – (Academia);
  • Ricardo Galassi – Conselheiro – (Academia);
  • Ricardo Spinelli – Colaborador – (Academia) e interlocutor demais grupos de oposição;
  • Mario Borba – Colaborador – (Academia);
  • Serafim Neto – Colaborador – (Democracia Verde – Coordenador Geral);
  • Cleidson Teixeira – Conselheiro Suplente – (Democracia Verde)

 

Evento Modernização do Estatuto da SEP



DATA: 08/11/2011 – TERÇA FEIRA

LOCAL: BOVINUS GRILL – Al Santos, 2393

HORÁRIO: 19:30 HS

PREÇO: JANTAR R$ 33,00 (BEBIDAS A PARTE) Pagos direto ao Restaurante

ESTACIONAMENTO COM VALLET NO LOCAL

Vagas Limitadas: Reserve pelo e-mail: democraciaverde@gmail.com

 

Bem-vindos!



A Chapa Academia dá as boas-vindas aos novos ilustres palmeirenses dos grupos Verdes Escuros e Democracia Verde que por compartilharem dos ideais da Chapa, resolveram ingressar na luta por um Palmeiras profissional, democrático e ético.

Em respeito a esses ideais, já que a Academia defende que seus integrantes não devem, por questões éticas e morais, manter qualquer relação financeira ou mercadológica que envolva o nome da Sociedade Esportiva Palmeiras; é exatamente por isso que parabenizamos o conselheiro Alessandro Donadio (reeleito no início do ano e pertencente ao grupo Verdes Escuros) que por livre e espontânea vontade, adiantou-se à formalização do Código de Conduta da chapa – em fase final de elaboração – e retirou do site Sócios do Palmeiras, página que administra, os banners pagos de propaganda.

Sejam bem-vindos e sintam-se em casa!  ;-)

Diretas já



A ACADEMIA estará presente, na próxima segunda-feira, dia 24, no ginásio da Academia de Futebol do Palmeiras, a fim de apoiar um dos princípios que alicerça a Chapa desde a fundação: as eleições diretas para presidência da SEP.

A atuação se dará em duas frentes. Nossos conselheiros, atendendo à convocação, comparecerão à reunião do CD para, entre outros pontos dispostos no Edital, apreciação do polêmico item f, recentemente exposto e debatido na mídia palestrina. Integrantes da chapa também participarão da manifestação favorável às diretas, em frente à Academia.

A Chapa entende ser fundamental a presença da torcida, desde que pacífica, no exercício da democracia plena. Que o palmeirense se faça ouvir. E que centenas de dirigentes da SEP entendam, e enfim façam valer, a vontade de milhões.

Comunicado – Posicionamento da Chapa Academia



Ao Ilustríssimo Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, Senhor Arnaldo Tirone


Nós, conselheiros e integrantes da Chapa ACADEMIA, manifestamos aqui nosso alerta, e também nosso apelo, em relação aos recentes fatos envolvendo o Departamento de Futebol Profissional da Sociedade Esportiva Palmeiras.

A priori, entendemos que os resultados apresentados são insatisfatórios, não condizentes com a gloriosa história de um dos Escudos mais importantes do futebol mundial.

Contudo, em nosso quadro de funcionários, há um dos profissionais mais reconhecidos da área; técnico detentor de currículo incontestável, vitorioso, pentacampeão mundial. Acima dele, ocupando a importante função de diretor de Futebol, encontra-se o Sr. Roberto Frizzo, que alçou à posição exclusivamente por intermédio de alianças políticas, não por meritocracia, ao contrário do atual treinador.

É de conhecimento geral que as figuras supracitadas não compartilham de ideologia comum, razão de diversos conflitos internos escancarados, diariamente, pela imprensa. A rotineira falta de entendimento, além de causar a degradação do ambiente de trabalho, gera impacto negativo em toda a cadeia hierárquica. É lógico concluir que tamanho desgaste culmina nos resultados pífios e vexatórios que o time tem apresentado.

Vale lembrar que vivemos situação semelhante em 2009, quando o então presidente Prof. Luiz Gonzaga Belluzzo omitiu-se. Entre as consequências, o Palmeiras perdeu o campeonato e o Prof. Beluzzo perdeu as eleições.

Fato é que a SEP enfrenta grave problema institucional. Não podemos, senhor presidente, sejamos situacionistas ou oposicionistas, admitir que forças internas e destrutivas levem seu mandato a ponto irreversível no que tange à governabilidade da instituição. A ingovernabilidade não interessa ao Palmeiras, tampouco aos palmeirenses. Assim, nos encontramos diante de um impasse.

Substituir técnicos, antes de findos os respectivos contratos, tem se mostrado uma experiência desastrosa e onerosa às finanças do Clube. Não bastassem as experiências negativas com Vanderlei Luxemburgo, Murici Ramalho e Antônio Carlos Zago, a falta de aprendizado com as duras lições passadas pode, mais uma vez, nos levar a tomar a pior decisão para a instituição – que seria a demissão do campeoníssimo e respeitadíssimo Luiz Felipe Scolari (hipótese substancialmente agravada, no caso de eventual contratação de Felipão pelo nosso maior rival ou pelo nosso eterno inimigo).

A Chapa Academia compreende ainda que, uma vez alçado ao poder pelas vias legais, observado o regime presidencialista, o senhor passou a constituir liderança suprema. Merece, portanto, o apoio de toda a coletividade alviverde, sempre que pelo bem da S.E.P. Pois é chegada a hora de um posicionamento firme e definitivo!

Defendemos, posto o quadro irreversível, solução possível e de curto prazo: a destituição imediata do Sr. Roberto Frizzo da função de diretor de Futebol.

Como o Estatuto não permite que a Diretoria do Futebol seja liderada por um profissional remunerado – considerado o ideal pela ACADEMIA – deve o Presidente assumir o cargo, ou nomear pessoa de estrita confiança, independentemente de alianças políticas. Essencial, ainda, é a contratação de um gerente profissional com experiência consagrada no esporte.

Por fim, é vital que a formação de uma nova equipe leve em consideração o entendimento entre as partes. Há de se buscar pessoas que compartilhem do mesmo ideário, que trabalhem em sintonia e que funcionem enquanto coletivo junto à Comissão Técnica.


Atenciosamente,

Conselheiros e integrantes da Chapa ACADEMIA